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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Dê uma olhada em Festival Literário de Votuporanga
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
Lembrete: Atol Cultura convidou você para entrar no Facebook...
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Um convite especial
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
DEBATES
Debater as raízes do cinema brasileiro. Sua atuação e contribuição política.
Nelson Pereira dos Santos - RJ
Silvio Tendler - RJ
Erik Rocha RJ
MESA DIA 22: Leis e editais: conhecendo políticas públicas
Conhecer e pensar as leis que regem a produção cinematográfica brasileira.
Solange Lima, presidente da ABD (Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas)
Silvio da Rin, secretário do audiovisual
Daniel Lisboa, cineasta, dono da produtora Cavalo do Cão
MESA DIA 24: Circulação Cinema Brasileiro: alternativas para distribuição
Manoel Rangel, presidente da Agência Nacional do Cinema (ANCINE)
Claudino de Jesus, Presidente do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC)
Rita Cajaíba, produtora artísca, pesquisadora na área de direito autoral
OFICINAS
horário - de 9h as 12h
1. Cineclubismo, com Hermano Figueiredo.
Hermano é fundador do cineclube Ideário, de Alagoas. Cineclube que se destacou por fazer exibições ao ar livre em uma vela de jangada. Atualmente, trabalha na Sav (secretaria do audiovisual), no Rio de Janeiro.
2.Edição de vídeo em software livre, com Elielson Barbosa dos Santos. Técnico multimídia e sistemas operacionais do Ponto de Cultura Terreiro Cultura, em Cachoeira – BA; gestor de tele centro, conhecimentos técnicos em softwares kino, FFMPEG, cinelerra, e outros, além de desenvolver trabalhos na área há cinco anos.
3. Mini curso de Roteiro, com Roberto Duarte - Membro do Conselho de Cultura do Estado da Bahia. Diretor de vídeos e filmes. Doutorando em comunicação na FACOM/UFBA. Professor na graduação e em curso de especialização em cinema na UCSAL. Professor de Oficinas de Roteiro.
4.Vídeo de bolso, com Nelson Antônio . Formado em cinema e e vídeo pela FTC, trabalha com editor há dois anos, responsável pelo laboratório de vídeo da FTC e investigador da linguagem das mídias móveis.
Mostra Convidada | GLAUBER ROCHA
Local: Sala Principal do Teatro Castro Alves
Início: 20 horas
Exibição do filme Pachamama, Eryc Rocha
O filme descreve a viagem do diretor pelo Peru e Bolívia. Grande parte de Pachamama se passa na estrada, principalmente na primeira parte do filme, que se passa em território brasileiro. O diretor busca texturas o tempo inteiro com sua câmera, como se estivesse tentando pintar quadros com os objetos e paisagens que encontra no caminho. Pachamama tenta investigar a posição do povo indígena na configuração política e na sociedade desses países. De origem inca, os povos indígenas que moram nesses países buscam cada vez mais uma posição na política atual, como se estivesse tomando sua terra de volta às suas mãos. Pelo menos é esse o desejo. Com narração em primeira pessoa, Pachamama mostra a vontade de Rocha em fazer um filme sobre o Brasil indo de encontro com os países vizinhos.
Dia 24
Local: Auditório Instituto Feminino da Bahia
Início: 20 horas
Leão de sete cabeças, Glauber Rocha | 95 minutos. Roma, Itália, 1970
É uma história geral do colonialismo euro-americano na África, uma epopéia africana, preocupada em pensar do ponto de vista do homem do Terceiro Mundo, por oposição aos filmes comerciais que tratam de safaris, ao tipo de concepção dos brancos em relação àquele continente. É uma teoria sobre a possibilidade de um cinema político. Escolhi a África porque me parece um continente com problemas semelhantes aos do Brasil."
mostra convidada Nelson Pereira dos Santos
Início 20 horas
Local: Sala Principal do Teatro Castro Alves
Exibição: Como era gostoso meu francês, Nelson Pereira dos Santos | Brasil, 1970. 83 min
No Brasil de 1594, um aventureiro francês prisioneiro dos Tupinambás escapa da morte graças aos seus conhecimentos de artilharia. Segundo a cultura Tupinambás, é preciso devorar o inimigo para adquirir todos os seus poderes, no caso saber utilizar a pólvora e os canhões. Enquanto aguarda ser executado, o francês aprende os hábitos dos Tupinambás e se une a uma índia e através dela toma conhecimento de um tesouro enterrado e decide fugir. A índia se recusa a segui-lo e após a batalha com a tribo inimiga, o chefe Cunhambebe marca a data da execução: o ritual antropofágico será parte das comemorações.
Dia 23
Local: Auditório Instituto Feminino da Bahia
Início: 20 horas
Rio 40 graus, Nelson Pereira dos Santos | 100 min. 1955
Clássico nacional, um quase documentário sobre o modo de vida dos cariocas. Filme inspirado no neo-realismo italiano é grande influência e precursor do cinema novo. Mostra o Rio de Janeiro pela visão de cinco meninos de rua negros e pobres, que vendem amendoim em cinco pontos da cidade. Eles mostram o povo do Rio e suas dificuldades. A tensão diminui no escurecer, quando vão para o ensaio da escola de samba.
Mostra Estudantil Nelson Pereira dos Santos
Início: 17 horas
Local: Auditório do Instituto Feminino da Bahia
Dia 21
Cinco Letras, sete cordas, Magda Adinalva de Melo Lima, Salvador – BA.
Beco à vista, Debora Teles, Fortaleza – CE
Flerte, Igor Miná, Fortaleza – CE
Além da Visão, Marcelo Bichara, Rio de Janeiro – RJ
Dia 22
Pulando para estudar, Cristian Barbosa Dessa, Salvador – BA
Arte na escola, Projeto Educomunicação, Salvador – BA
Minha casa é de todos, Andréia Neves Figueiredo, Salvador – BA
Se cuida, Mané, Bruna Barbosa, Rio de Janeiro – RJ
Dia 23
A Idade da Onda, Ricardo da Silva Andrade, Salvador – BA
Xadrez, Leanderson Silva e Adriana Conceição - Projeto Oi Kabum, Salvador – BA
Alvavela Deltavile, Caio Souza Araújo, Salvador – BA
Infinito Quebrado, Marcio Holmann Mota, Brasília – DF
Dia 24
E assim caminha a humanidade, Caio César Souza Araújo, Salvador – BA
Olhos Passivos, Luara Schamó, Natal – RN
Geysislaine meu amor, Claudilene Siqueira, Manaus – AM
Picolé, Pintinho e pipa, Gustavo Melo, Rio de Janeiro – RJ
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Mostra Estudantil de Cinema Nelson Pereira dos Santos
1.Ricardo da Silva Andrade, BA – Filme: A Idade da Onda
2.Projeto Oi Kabum, BA - Filme: Xadrez
3.Caio Souza Araújo, BA – Filmes: Alvavela Deltavile
4.Caio Souza Araújo, BA – Filmes: E assim caminha a humanidade
5.Marcio Holmann Mota, DF – Filme: Infinito Quebrado
6.Luara Schamó, RN - Filme: Olhos Passivos
7.Zeudi Souza, AM - Filme: Geisislaine, meu amor
8.Gustavo Melo, RJ - Filme: Picolé, Pintinho e pipa
9.Bruna Barbosa, RJ - Filme: Se cuida, Mané
10.Andréia Neves Figueiredo, BA – Filme: Minha casa é de todos
11.Marcelo Bichara, RJ - Filme: Além da Visão
12.Igor Miná, CE - Filme: Flerte
13.Debora Teles, CE - Filme: Beco à vista
14.Magda Adinalva de Melo Lima, BA – Filme: Cinco Letras, sete cordas
15.Cristian Barbosa Dessa, BA - Filme: Pulando para estudar
16. Projeto Educomunicação, BA - Filme: Arte na escola
sábado, 8 de novembro de 2008
Bem vindos a Mostra de cinema Nelson Pereira dos Santos!!!
Além homenageado, Nelson participará de uma mesa de debate e exibirá seus principais filmes A mostra de cinema da 6ª Bienal de Cultura da UNE agora tem nome. O cineasta Nelson Pereira dos Santos aceitou o convite para participar da sexta bienal de cultura da UNE. Em conversa por telefone, a simpática Ivelise, esposa do cineasta, confirmou a vinda do casal a capital baiana durante os quatro dias do evento. A três meses em Salvador, posso dizer que, finalmente, a programação da mostra de cinema está fechada. Serão quatro oficinas, três mesas de debates, mostras convidada e estudantil. Além de Nelson, comfirmaram presença o documentarista Silvio Tendler, Daniel Lisboa, cineasta baiano; Claudino de Jesus, presidente do conselho nacional de cineclubes; Solange Lima, presidente da ABD Nacional, Hermano Figueiredo, cineclubista, Eryk Rocha, cineasta e filho de Glauber Rocha e vários outros nomes que postarei nas semanas seguintes... Marco no cinema naiconal, Nelson completará 80 anos em 2009 Nelson Pereira dos Santos foi o único diretor de cinema brasileiro acolhido na Academia Brasileira de Letras. Aliás, a adaptação de clássicos da literatura para o cinema é um marco na sua carreira. Seu aniversário é uma oportunidade para repensar a era do Cinema Novo e o papel que atualmente representa a produção cinematográfica oriunda das escolas de cinema que se multiplicam, nas universidades. Cineclubista em São Paulo, onde nasceu em 1928 é filho de um alfaiate e de uma dona-de-casa de origem italiana, Nelson Pereira dos Santos nasceu no bairro do Brás e foi criado no Bixiga, em São Paulo. No início dos anos 50, formou-se pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, mas já estava apaixonado pelo cinema. Escolheu então o Rio de Janeiro para morar e iniciou a trajetória que o tornaria um dos mais importantes precursores do movimento do Cinema Novo.
Após uma viagem a Paris, fez o curta-metragem "Juventude", um documentário em 16 mm. No ano seguinte estreou como assistente de direção no filme "O Saci", de Rodolfo Nanni. Em 1955, aos 27 anos, lançou o longa "Rio 40 Graus", o primeiro de uma trilogia idealizada sobre a cidade que adotou. Dois anos depois concluiu "Rio, Zona Norte".
Nelson Pereira dos Santos fez mais de 20 filmes, entre os quais "Vidas Secas", "Boca de Ouro", "Mandacaru Vermelho", "El Justicero", "Fome de Amor", "Como Era Gostoso o Meu Francês", "Azyllo Muito Louco", "Amuleto de Ogum", "Jubiabá", "A Terceira Margem do Rio", "Cinema de Lágrimas" e "Tenda dos Milagres".
Em 1984, transformou uma obra-prima de Graciliano Ramos, "Memórias do Cárcere", em filme e ganhou o prêmio da crítica especializada no Festival de Cannes, França.
Nelson foi professor fundador do curso de cinema da Universidade de Brasília (o primeiro do Brasil). Lecionou ainda na Ucla (Universidade da Califórnia em Los Angeles) e na Universidade de Columbia, em Nova York. É também membro do Conselho Superior da Escola de Cinema de Havana.
Seu trabalho mais recente é o filme "Brasília 18%", cujo título é uma referência à baixa taxa de umidade do ar na cidade.
No dia 17 de julho de 2006, aos 77 anos, foi o primeiro cineasta a se tornar membro da Academia Brasileira de Letras, na cadeira de número 7, cujo patrono é Castro Alves, que pertencia anteriormente a Sérgio Correia da Costa.
Sejam bem vindos a 6ª Bienal. Viva o cinema brasileiro, viva a bahia!!! |
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